quarta-feira, 2 de novembro de 2011

MEU AMOR, MINHA FLOR, MINHA MENINA...


Ter um gênio forte é algo que me agrada e desagrada ao mesmo tempo. Não sou do tipo que se deixa levar facilmente pelas coisas, pessoas e momentos, tendo sempre meu próprio ponto de vista (sou muito racional apesar de ser melancólica), mas às vezes eu fico cega pela minha própria opinião e não respeito a vontade alheia.  Nisso que dá ser um pouco autoritária.
Eu sou muito intensa, isso chega a ser uma qualidade e um defeito. Não consigo me satisfazer com pouca coisa e nem me entregar pela metade, gosto de ter paixão em tudo o que faço. Ter a metade de algo ou alguém realmente não me é suficiente: é tudo ou nada.
Todo mundo tem defeitos não é? Então vou falar algumas das minhas virtudes: inteligente, confiável, amigável, sensata, discreta, sincera, insaciável, determinada e claro infinitas outras que só me conhecendo para saber. (Quanta falta de modéstia! Rsrs). Descobri que me dou por inteira, mas não deixe cair uma gota de limão no meu leite pq eu não gosto de coalhada!
Sou do tipo que não maquia a verdade e não enfeita as mentiras com flores. Adoro fazer novos amigos e principalmente conservar os antigos, estando sempre disposta a ajudá-los e ouvi-los. Não faço questão de colegas, mas é inevitável não tê-los, também não sou anti-social (rsrs).
Às vezes acho que já sou uma mulher e às vezes ainda me acho uma garota, mas no fundo sei que sou um pouco das duas, o que me torna mais atraente (ou não). Eu adoro conversar, ler, escrever, refletir. Sou do tipo “com conteúdo” e acredito que as pessoas que não possuem são completamente dispensáveis. Gosto de pessoas que me valorizem como sou, admirando minhas qualidades e aceitando meus defeitos. Esforço-me bastante para não magoar as pessoas que gosto, no entanto, nunca deixo de expor e demonstrar o que sinto, porque não sossego até fazê-lo. Aquela velha história: não importa o que você fala, mas a maneira como fala, afinal sinceridade não é e nunca vai ser sinônimo de grosseria. Dispenso “baba-ovos”. Detesto falsidade, fingimento, fofocas, intrigas, mentiras, inveja, falso moralismo, prepotência, esnobismo, antipatia, mau-caráter, maria-vai-com-as-outras e coisas do mesmo nível desagradabilíssimo.
Não sou perfeita, aliás, ninguém é. Sempre procuro me aperfeiçoar na medida do possível. Acredito que a felicidade consiste na busca pelo que desejamos, não é algo que encontramos pronto. Reconheço o meu valor e sei que as pessoas que compartilham a convivência comigo não tem nada a perder, somente a ganhar. Prefiro uma pessoa para todas as horas do que dez pessoas apenas para momentos de diversão.
Enfim, nem sempre tive essa auto-estima, reconheço os meus erros e sei que serei sempre eu mesma, mas nunca serei a mesma para sempre, o tempo e as experiências continuarão me moldando.
Passei a ver meu valor em tudo que faço. Porque se depender da opinião alheia pra saber quem sou, o que eu seria de verdade? Um Frankstein? Seria um remendo de coisas e não seria coisa alguma. Alguém volátil como o éter, um cruzamento de rodovias, um suco tão misturado que não se saberia distinguir o gosto (quanta poesia).
Venho de uma família que reclamar é um prazer, logo compadeço!
Posso falar??? É meio cansativo ser eu!
Descobri que a Carolina ama biomedicina muito mais do que ela poderia imaginar. E pq biomedicina??? Ainda não sei essa resposta, quem sabe em 2012.

Nenhum comentário:

Postar um comentário